<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121</id><updated>2011-04-21T13:09:42.930-07:00</updated><title type='text'>Cronicas Virtuais</title><subtitle type='html'>Um blog perdido no meio da febre dos blogs. Mais um dirão. Ñão sei se é mais um ou não. Esforço-me para que não o seja.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114856594836771404</id><published>2006-05-25T06:52:00.000-07:00</published><updated>2006-05-25T07:05:48.376-07:00</updated><title type='text'>Tendências de consumo no sector automóvel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De regresso à escrita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após um processo conturbado de indecisões e de "pára-arranca" lá consegui optar por um tema que penso ser interessante, tendo em conta a sua importância no nosso quotidiando. O automóvel. Bem "insubstituivel, fiel e possivelmente duradouro", possivelmente tendo em conta os ciclos curtos e o efémero que transborda na nossa sociedade, que empurrado pelas TIC inunda a vida de cada um de nós... Mas não nos desviemos do intuito deste post. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No seminário, irei procurar realizar uma exposição sucinta e directa que tenha como ponto de partida as "novas tendências de consumo" no sector automóvel, tendo como fundamento da apresentação o insuspeito &lt;a href="http://www.trendwatching.com"&gt;www.trendwatching.com&lt;/a&gt; . &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Irei portanto tentar dar a conhecer as novas tendências no sector tanto em Portugal (através de uma entrevista com alguém ligado ao sector) como no estrangeiro.    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais desenvolvimentos nos próximos dias. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114856594836771404?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114856594836771404/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114856594836771404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114856594836771404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114856594836771404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/05/tendncias-de-consumo-no-sector.html' title='Tendências de consumo no sector automóvel'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114721856114332391</id><published>2006-05-09T16:47:00.000-07:00</published><updated>2006-05-09T16:56:53.766-07:00</updated><title type='text'>Bolonha traz progresso evidente na teoria. Então e na prática?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"...Construir um Espaço Europeu do Ensino Superior, coeso, competitivo e atractivo para docentes e alunos europeus e de países terceiros. Visa a construção de um Espaço Europeu do Ensino Superior que promova a mobilidade de docentes, de estudantes e que promova a empregabilidade de diplomados..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Penso que esta curta transcrição é elucidativa da natureza do projecto. Será certamente intenção dos ministros da educação dos 29 países europeus que em Junho de 1999 subscreveram a referida Declaração de Bolonha, reforçar a ideia de uma Europa mais sólida, mais competitiva e sobretudo mais preparada para desafios futuros. Parece-me evidente que o Processo de Bolonha forçará os seus Estados membros a redefinir internamente a sua politica no vector da educação, face à necessidade (aliás acordada) de se homogeneizar os índices educativos, criando uma organização estrutural de base semelhante, de forma a que o velho continente saía do marasmo económico em que se encontra, munindo-se de armas para combater e ombrear tanto a ocidente com os E.u.a como a Oriente com as economias emergentes, a China, e a Coreia do Sul.&lt;br /&gt;Este acordo possibilitará a meu ver dois graus distintos de possibilidades. Num primeiro grau, em termos práticos uniformizará a qualidade do ensino superior e vincará um novo tipo de ensino, refiro-me ao ensino integrado e universal e que se traduzirá na hipótese de termos quase que um “diploma europeu” reconhecido em qualquer Estado-membro.&lt;br /&gt;Numa segunda perspectiva a concretização do Processo solidificará as relações multi-etnicas e multiculturais. Será possível falarmos em mobilidade onde mais facilmente povos distintos geograficamente darão as mãos e trocarão experiências através dos seus profissionais.&lt;br /&gt;O objectivo de uniformizar o campo educativo à escala europeia terá como ponto alto a elaboração de um espaço comum Europeu onde ciência e ensino superior se unem gerando mais saber, mais produtividade e mais capacidade para captar a atenção de outros profissionais oriundos de todo o mundo, que possam prestar o seu contributo, ajudando a Europa a projectar-se para novos voos.&lt;br /&gt;A Europa a curto-prazo poderá ter as condições necessárias para que se deixe de falar tanto em pátria mas mais em Europa, e aqui reside a pedra no sapato que a meu ver poderá travar a caminhada do dito processo de Bolonha. Tal como há pouco tempo referira o doutor Ernâni Rodrigues Lopes a propósito da União Europeia, um dos problemas dos portugueses e de todos os outros cidadãos europeus é pura e simplesmente não se sentirem como tal...ou melhor sentirem-no de uma forma secundária, mantendo o patriotismo exacerbado na linha da frente. É importante ser-se defensor das cores de cada país, mas é necessário ser-se racional e perceber que de facto ganharemos todos muito mais, enquanto seres humanos inseridos nesta nova sociedade tecnológica, da informação e do conhecimento, se de facto aprovarmos na prática as directrizes promovidas pelo acordo de Bolonha.&lt;br /&gt;Ficam as reticências. Estarão os Estados-membros interessados em cumprir na íntegra o acordo ou cumprirão nos pontos que mais lhes convêm deixando de lado tudo o que ponha em causa os seus interesses particulares? Só o tempo o dirá. Mas conhecendo o ser humano actual, onde os interesses da primeira pessoa valem substancialmente mais que os da terceira, rapidamente se perceberá que Bolonha poderá ser fogo de pouca dura. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114721856114332391?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114721856114332391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114721856114332391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114721856114332391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114721856114332391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/05/bolonha-traz-progresso-evidente-na.html' title='Bolonha traz progresso evidente na teoria. Então e na prática?'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114713701549283922</id><published>2006-05-08T16:38:00.000-07:00</published><updated>2006-05-08T18:20:53.846-07:00</updated><title type='text'>A Internet é democrática? Que respondam os info-excluidos.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Democracia e Internet. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dois conceitos que convergem (ou pelo menos tentam) para uma sociedade mais informada, mais actualizada com vista à superação das dificuldades dum quotidiano cada vez mais pesado e menos prazeroso onde a economia de subsistência ferra os dentes a quem lhe passe pela frente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falarmos de Internet como uma ferramenta democrática parece-me bastante lógico e coerente. Aliás parecer-nos-á a todos. E passo a explicar porquê. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa primeira abordagem algo superficial, longe de fundamentos que a estruturem e justifiquem, as tecnologias de informação são observadas como um fenómeno em clara expansão. Senão vejamos. A Morgan Stanley, conhecido banco de investimentos, avançou que já existem cerca de mil milhões de cibernautas em todo o mundo, sendo que a percentagem total surge agora menos monopolizada pelos E.U.A, que representam "somente" 23% do total de utilizadores. Esta alteração deve-se ao aumento da quota de utilizadores na região da Ásia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora contas feitas e rapidamente chegamos à conclusão que a Internet se tem propagado a um ritmo bastante interessante, chegando a locais do globo, onde outrora nunca pensariamos que conseguisse chegar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo e para complicar um pouquinho as coisas proponho uma segunda reflexão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 2000, os habitantes do mundo somavam a imponente quantia de 6,07 biliões de pessoas. A questão impõe-se. Não ficará muita gente de fora desta grande aspiral chamada Internet? Será ela tão democrática assim ao ponto de ainda não chegar a todos os cantos do planeta? Chegará algum dia? Irá ainda a tempo de suprimir a info-exclusão ajudando por exemplo as pessoas mais velhas a compatibilizarem e a ajustarem o seu dia-a-dia a tão aclamada revolução técnológica que vivemos actualmente? Enfim, demasiadas perguntas para tão poucas respostas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas uma certeza parece inabalável. A avalanche de informação proporcionada pela Internet reforça (ironia das ironias) a assimetria de background informativo entre os que a podem utilizar e os que estão desprovidos de tal possibilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comunicar é importante. Ter acesso á informação é fulcral. E quase que me apetece dizer. Sem olhos não vemos, sem Internet não sabemos. Parece um pouco irrealista esta afirmação, mas não se sentirão assim os habitantes das aldeias recondidas do país, ou os habitantes perdidos no meio da imensidão do Afeganistão ou do Turquemenistão? Não será a Internet de facto "a " ferramenta para combatermos mais facilmente a falta de informação e de conhecimento que grande parte da população mundial ainda evidencia, arredados dos grandes debates cibernéticos, do fluxo informativo e da agenda política internacional? Estou francamente convencido que poderá ser um caminho a ter em conta. Ou melhor...poderá ser "o caminho".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas para isso é necessário reformular o processo cibernético actual. Promover a democracia via Internet não poderá ser feito sem um equilibrio nos dois pratos de uma balança que teima em pesar para ocidente, tendo nos E.U.A a sua personificação máxima. Caberá às entidades reguladoras promover uma maior equidade informacional para que o conhecimento seja derramado uniformemente por todo o planeta...caso contrário o Oriente ainda se afastará mais do Ocidente para mal dos nossos pecados. Poderá estar não mãos da Internet o ínicio de uma cura que sare feridas antigas funcionando como uma ponte multi-cultural e globalizacional. A vêr vamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114713701549283922?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114713701549283922/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114713701549283922' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114713701549283922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114713701549283922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/05/internet-democrtica-que-respondam-os.html' title='A Internet é democrática? Que respondam os info-excluidos.'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114406576305477522</id><published>2006-04-03T04:04:00.000-07:00</published><updated>2006-04-03T05:08:12.766-07:00</updated><title type='text'>Ser criativo? Eis a questão.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ser criativo. Eu sou capaz. Basta inspiração, sim inspiração.Um dia em que sejamos prendados com inspiração divina, um toque de mestria e algo de novo surge arrebatando os merecidos louvores dos colegas de profissão. Algo inovador,nunca antes visto, capaz de dar à minha empresa lucros inigualáveis. Algo memorável e incomum. Algo com potencial para virar a página empresarial portuguesa, traçando um novo rumo, mostrando o caminho, desmarcando-me da concorrência. Momento de génio, pura raridade nos dias de hoje, onde a criatividade é a paga a preço de ouro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E ser-se criativo em demasia é possível? Em termos empresariais diram que sim. Nenhum executivo, representante de uma multinacional, não se preocupará em conter os excessos dos seus colaboradores "criativos". A lógica do comercio assente na lei do mais forte como sinónimo daquele que mais lucra, alicerça toda uma obrigatoriedade em escoar o produto, o produto moderno, o produto criado e inovado, sem restarem stocks armazenados como representantes de elevadas taxas de despesa. E aqui reside o "busílis" da questão. Remete-se o criativo para uma dimensão onde a sua companhia empregadora lhe força a cumprir as premissas anteriormente referidas, ou deixa-se simplesmente que o génio se solte como forma de sermos pioneiros, deixando em "banho maria" os tais stocks.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A criatividade não tem limites. Não pode ter. Só tem nas mentes que governam as organizações por força da competitividade e da inevitabilidade de entrar em prejuízos avultados. Produzir em demasia, ou seja "criar" em abundância ou criar meramente algo que não seja aceite dependendo do mercado e do próprio "timing", pode trazer avultados dissabores, gerando retrocesso financeiro. E as leis imperativas do comércio e da concorrência tratarão de nos por fora de combate.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas sejamos sinceros. Se às duas por três alterarmos o ângulo de visão na abordagem ao tema (colocando-nos na óptica do consumidor), a consideração pela criatividade sobe em flecha. Hoje orgulho-me do meu pequeno telemovel. Não tem grande valor. Não é um topo de gama e infelizmente não tira fotografias. Mas comunica. Comunica contigo que estás no Brasil ou contigo que estás na Ásia. Comunica com todos sem excepção. E não pesa mais que 80 gramas. Ainda me lembro dos célebres "mimos". Autênticos tijolos de prazer. Pesados, grandes, inestectivos, mas pequenos e graudos veneravam-no. Hoje já não estão entre nós. Deram lugar à terceira geração. E abençoados sejam os seus criadores. Abençoados sejam os seus lares. E o mesmo digo para os criativos que idealizaram os computadores portáteis, e os comandos de televisão, os feichos centralizados, os leitores mp3s, a miraculosa pen, o sempre apetecível messenger, as máquinas digitais, os dvd´s e mais e mais e mais...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo ao dispôr do frágil e dependente ser humano, consumidor por excelência, inconformado por natureza. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Digo em alto e bom som para que todos me possam ouvir. Faço parte do lote. Sou consumidor insaciável. Sou consumidor inconformado. Sou ser humano. E anseio por mais momentos de rara beleza. Desíquilibrios frenéticos, momentos de inspiração criativa que me cheguem às mãos em forma de produto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E em todos nós reside um consumidor. É um facto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Criar? É mesmo só para alguns. É inato, treina-se, é instintivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114406576305477522?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114406576305477522/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114406576305477522' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114406576305477522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114406576305477522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/04/ser-criativo-eis-questo.html' title='Ser criativo? Eis a questão.'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114234805203566576</id><published>2006-03-14T06:02:00.000-08:00</published><updated>2006-03-14T06:54:12.046-08:00</updated><title type='text'>Portugal à beira-mar plantado</title><content type='html'>Sociedade de informação. Portugal e a sociedade de informação.  Bom tema para reflexão conjunta.&lt;br /&gt;Olhemos para a frente, olhemos para o "i 2010" que coloca as TIC como o pilar mestre, para que expressões como "inclusão" ou a tal "qualidade de vida" que tanto anseamos seja um facto já amanhã.&lt;br /&gt;Se no último post defendo o sentimento como expressão máxima do ser humano, neste post nada irei alterar. Sou apologista do uso racional da tecnologia como instrumento facilitador na execução das tarefas diárias, desde que não ultrapasse a fronteira ténue que a separa e sobrepõe de valores máximos, aqueles que no século V a.c Sócrates sublinhou, e que séculos mais tarde Kant reacendeu. Os valores humanos correlacionados com as ligações sociais físicas. Não interactivas, pelo simples facto de não existirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou nem quero ser o velho do restelo. Os tempos mudaram. A tecnologia (sempre que bem aplicada) servirá como mecanismo rotineiro. Algo banal. Tão banal que todos mais cedo ou mais tarde lhe dãrao o valor que merece. Ou seja, apenas e só uma ferramenta do quotidiano.&lt;br /&gt;Falemos então sobre a tal ferramenta. "...A convergência digital de serviços, redes e equipamentos ligados à sociedade da informação e aos media está a tornar-se uma realidade no nosso dia-a-dia...". Felizmente. Na verdade tanto Portugal como qualquer outro país deve fazer uma espécie de "upgrade" informático para não perder o comboio da evolução técnológica, onde viaja em primeira classe a "sociedade da informação" e consigo os seus dois rebentos. A tecnologia de informação e a tecnologia das comunicações.&lt;br /&gt;Cabe-nos a nós habitantes de Portugal, meditar sobre o assunto, desenvolvendo um esforço económico-financeiro, informando a população para a urgência  que o país sente em se reger pelas linhas orientadoras do "i2010" sob pena de não perder mais terreno para o resto da U.E. E aqui o governo de Sócrates ( não o do filósofo, esse resolveria antempadamente o assunto) terá uma palavra a dizer. Os  socialistas deverão urgentemente começar a reforma no país para que este pedaço de chão não se desagregue de vez da peninsula ficando à deriva, perdido na imensidão do Atlântico.&lt;br /&gt;É necessário crescer. É necessário impedir a avalanche de desempregados que já se situa acima dos 500 mil. É necessário um programa coerente, consentâneo com o caminho da Europa, consentâneo com as nossas necessidades.&lt;br /&gt;Aumentemos os gastos na investigação na àrea das TIC, deixemos o betão descansar. Impulsionemos os mercados e a concorrência criando um clima favorável ao investimento. Desenvolvamos serviços públicos modernos. Adoptemos objectivos ambiciosos para o avanço da nossa sociedade de informação.&lt;br /&gt;Fomos plantados à beira-mar com os benefícios e custos que isso nos traz. Se em tempos no século XII a burguesia lucrava com a entrada a vulso de mercadorias pelos nossos portos, hoje a mercadoria (um misto de tecnologia,informação e conhecimento) chega e não pára nos nossos portos. Aterra directamente no centro cosmopolita da Europa. Cabe-nos a nós apanhar esse vôo, apanhar o comboio, apanhar as auto-estradas de informação e mancha-las de conteúdos.&lt;br /&gt; Com trabalho tudo se consegue. Estou certo que este país também conseguirá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114234805203566576?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114234805203566576/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114234805203566576' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114234805203566576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114234805203566576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/03/portugal-beira-mar-plantado.html' title='Portugal à beira-mar plantado'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114229906568700474</id><published>2006-03-13T16:04:00.000-08:00</published><updated>2006-03-13T17:31:56.666-08:00</updated><title type='text'>"Futuro Real" em tempo de reflexão</title><content type='html'>Saudações a todos aqueles que me leêm.&lt;br /&gt;Por indicação da professora Carla Ganito, foi-nos sugerido uma reflexão que incidisse sobre um dos variados blogs que compõem o quadro da turma.&lt;br /&gt;Nada mais concreto de executar, pensei eu. Ao vasculhar o infinito de pensamentos que percorrem as mentes dos meus colegas, percebi que não seria assim. Os assuntos são diversos, o timing em termos de pertinência é fantástico, e seria facil de mais (e porque não previsível) abordar qualquer um deles de um ponto de vista altamente superficial, como que sublinhando os comentários realizados pelo autor seleccionado.&lt;br /&gt;Necessitei de ir mais longe. E numa ultíma tentativa, fintando a paciência que se esfumava a um ritmo galopante, encontrei um post de inspiração. Um post à partida simples, contido, divorciado de um ritmo filosofico que muitos aplaudem de pé, mas com uma pureza simplesmente desconcertante. Não consegui ficar indiferente. Não seria pertinente da minha parte, (nem respeitável) dissociar-me das "Cartas" do Nuno Barba. O "futuro real" está mesmo ali ao virar da esquina, esperando ansiosamente para entrar em cena. Mas então e o resto? Então e a carta? Sim a carta que o Nuno escreverá como resposta ao seu amigo que se encontra na outra margem do Atlântico, a carta que eu escrevera um dia, quando ambas entrarão em cena? Mas chegarão algum dia a entrar em cena?? Ninguem me dará essa resposta com a precisão de uma flecha. Ninguém está em condições de o fazer. Ninguém sabe...mas o que todos sabem (sobretudo as novas gentes, essas que olham com repúdio para uma carta ou para uma mera Bic) é que a tecnologia bafeja-nos todos os dias com propostas irrecusáveis. Para que perder tempo, gastar dinheiro em papel e caneta, se em três tempos respondo a todos de uma forma uniforme e standardizada? Para que houvir um vinil fazendo um "back in the days" recordando momentos inigualáveis se posso colocar tudo dentro dum mp3? O tempo que demoro a pôr o vinil e a customizar o som, daria para ouvir três ou quatro sons no novo objecto da moda, que até ao peito se exibe como se de uma medalha se tratasse...&lt;br /&gt;Não damos ouvidos aos mais velhos quanto entoam nostalgicamente o clichê"...antigamente é que era...", não ligamos, troçamos, e até criticamos. Começo a dar-lhes razão. Sou o primeiro a dar a mão à palmatória. A vida não pode ser vivida amarrada à matemática da tecnologia que nos empurra insistentemente para acções práticas, rápidas e "sem sal". Deêm à vida os condimentos que ela merece. Tratem-na com a relatividade que se exige. Os sentimentos não se vendem em packs de Internet rápida. Eles já cá estavam. Tiraram senha primeiro e como tal terão sempre de ser atendidos de acordo com o tempo de espera. E eles não podem esperar. Valem mais que todos os cabos de fibra óptica que embrulham as nossa ligações sociais. E serão sempre eles os primeiros a desembrulha-las...ou pelo menos deveriam ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou faze-lo. Vou tentar, disso não me livro. Não posso deixar que o encanto de uma carta seja abalrroado por uma tal "tecnologia". Ela mal me foi apresentada.&lt;br /&gt;A carta?&lt;br /&gt;Essa, deu-ma a conhecer os meus pais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114229906568700474?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114229906568700474/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114229906568700474' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114229906568700474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114229906568700474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/03/futuro-real-em-tempo-de-reflexo.html' title='&quot;Futuro Real&quot; em tempo de reflexão'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114125011609311244</id><published>2006-03-01T12:41:00.000-08:00</published><updated>2006-03-01T14:14:33.363-08:00</updated><title type='text'>Velocidade e ciclos curtos...parentes próximos do mundo em mudança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No mundo actual onde reina a globalização e consequentemente o império digital (fruto de uma semente germinada nos anos 70 e que reforça hoje em pleno século XXI, as suas raízes) falar do "conceito" velocidade seria perfeitamente lógico e sobretudo percéptível. Contudo o termo "ciclo-curto" poderá não fazer parte das percepções cognitivas do comum cibernauta. Se o primeiro está perfeitamente enquadrado nos mecanismos de vida de cada um de nós, o segundo estará também embora de forma camuflada.Senão vejamos. Num mundo regulado pelo factor tempo, estamos permanentemente a correr de um lado para o outro, ora no trânsito para o trabalho, ora do trabalho para o desporto, ora do desporto para a faculdade,ora da faculdade para casa...enfim todas as horas do dia estão escrupulosamente divididas. E só uma ferramenta nos poderá ser útil. A velocidade. E o mesmo se passa no campo digital. Como exemplo crónico temos o caso da internet. Quando esperamos 20,30 segundos pela abertura de uma página muitas vezes temos a tendencia a fechar a página,pois não queremos perder uma "eternidade". Implicitamente estamos a corraborar com esta nova sociedade em que estamos envolvidos. Não podemos esperar.Somos cada vez mais impacientes fruto do novo mundo global onde nos inserimos. Há mais informação para devorar (infelizmente muitas das vezes consumimo-la mas não a descodificamos em conhecimento) , há horários para cumprir, há trabalhos para entregar, falar em "velocidade" faz cada vez mais sentido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poderemos aqui fazer uma ponte entre "velocidade" e ciclos-curtos" uma vez que o primeiro ajuda a fomentar o segundo. Nada dura muito, vivemos na Era do Descartável onde a infedilidade ao produto é prática rotineira. E para melhor percebermos esta lógica permanente, nada melhor do que olharmos para as publicidades actuais. Como exemplo recordo-vos a nova publicidade do Citroen C3 em que uma família renova rapidamente todos os seus bens móveis e imóveis substituindo-os por novos produtos. O automóvel não escapou à mudança e o antigo veículo (que era visto como um compromisso para a vida) foi numa fracção de segundos trocado por outro mais moderno, com linhas dinâmicas e actuais. A permissa relativa ao bem substituído também se aplicará a curto-médio prazo ao novo automóvel, embora por razões obvias não seja evidenciada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A urgência da "nova sociedade" em executar depressa e bem as suas tarefas do quotidiano também é explorada pelas campanhas publicitárias de empresas como a netcabo, a sapo ou mesmo a oni. A lentidão dos serviços digitais já não é tolerável. Como tal em alguns anúncios viamos pessoas que devido a utilizarem a chamada internet convencional, gastavam tanto tempo a aceder aos conteúdos que tinham tempo para irem às compras, ao café e regressavam a casa ao fim do dia sem que a web page se abrisse. Ao aderirem à internet da marca já não teriam tempo de ir às compras, fariam-nas directamente pela nova internet por cabo que se transformaria numa rápida e preciosa ferramenta multimedia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Serão  os novos tempos a inundar a mesma sociedade com os novos conteúdos e novas estruturas? Será a sociedade a determinar esses novos tempos?Estarão as duas em conformidade? Eu diria que sim. Digamos que a nossa sociedade se adaptou e se reconfigurou de forma a melhor usufruir de todos estes novos conteúdos. E foram também os novos tempos que obrigaram a sociedade a colaborar sob pena de se excluir assistindo nos sofás de casa à temida info-exlusão que teima em ganhar terreno. Como tal assistimos a um compromisso mútuo vivido em cima de uma linha ténue que ora contribui para o sucesso das relações intrapessoais ora afasta o ser humano do mais precioso dos bens. O contacto com outrem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114125011609311244?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114125011609311244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114125011609311244' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114125011609311244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114125011609311244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/03/velocidade-e-ciclos-curtosparentes.html' title='Velocidade e ciclos curtos...parentes próximos do mundo em mudança'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23237121.post-114124339479649788</id><published>2006-03-01T11:22:00.000-08:00</published><updated>2006-03-01T12:27:57.433-08:00</updated><title type='text'>Sociologia da Cultura dos meios digitais e interactivos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na minha opinião a presente cadeira de Sociologia vem funcionar no fundo como uma espécie de "upgrade" a todo o curso e em especial à nossa variante, uma vez que o seu formato inovador de pura reflexão onde o debate tem sempre lugar, proporcionará a todos os alunos uma outra visão em relação à revolução digital tantas vezes mencionada. E falar em revolução digital é falar num factor determinante, é falar em mudança. Mudança essa que assume um contorno extremamente relevante uma vez que incide sobre o nosso quotidiano, alterando os valores, a educação, o consumo ou as relações interpessoais. Numa palavra, alterando a vida do ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E é aqui que se encontra a riqueza de conteúdos da referida disciplina. O facto de podermos aguçar o nosso espiríto crítico, servirá de base para que a curto prazo consigamos aplicar os conhecimentos adquiridos de uma forma profissional,responsável e cívica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23237121-114124339479649788?l=cronicasvirtuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/feeds/114124339479649788/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23237121&amp;postID=114124339479649788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114124339479649788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23237121/posts/default/114124339479649788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasvirtuais.blogspot.com/2006/03/sociologia-da-cultura-dos-meios.html' title='Sociologia da Cultura dos meios digitais e interactivos'/><author><name>Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07094138234671999285</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
